Estou, no momento, lendo o Livro "Capitalismo Para Principiantes - A História dos Privilégios Econômicos". É uma leitura interessante, traz uma crítica forte ao modelo social vigente. sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Lendo o Capitalismo
Estou, no momento, lendo o Livro "Capitalismo Para Principiantes - A História dos Privilégios Econômicos". É uma leitura interessante, traz uma crítica forte ao modelo social vigente. quarta-feira, 20 de maio de 2009
Bienal da Floresta do Livro e da Leitura

* Oficina de Editoração de Livros – Ministrada por Antonio Roberto Bertelli. Nos dia 1 e 2 de junho, das 9 às 11 horas, 15 às 17 horas e 19 às 21 horas, no auditório da Prefeitura Municipal de Rio Branco.
* Oficina de Produção e Difusão da Cultura – Ministrada por Nelson Patriota. Nos dias 3 e 4 de junho, das 9 às 11 horas e das 15 às 17 horas, no auditório da Prefeitura Municipal de Rio Branco.
* Oficina de Literatura e Cinema – Ministrada por Fernando Monteiro. De 2 a 4 de junho, das 9 às 11 horas e das 15 às 17 horas, no Theatro Hélio Melo.
* Oficina de Literatura Infanto/Juvenil – Ministrada por Luiz Galdino. Nos dias 4 e 5 de junho, das 9 às 11 horas e das 15 às 17 horas, no Teatro de Arena do Sesc.
* Oficina de Histórias em Quadrinhos – Ministrada por Cláudio Oliveira. Nos dias 5 e 6 de junho, das 9 às 11 horas e das 15 às 17 horas, no auditório da Prefeitura Municipal de Rio Branco.
Além dessas oficinas, os professores da rede municipal e estadual de ensino, e os agentes envolvidos em projetos culturais e pedagógicos, também terão oficinas voltadas para Contação de Histórias e Ateliê de Histórias.
terça-feira, 19 de maio de 2009
7ª Semana de Museus no Acre
Réplica do Purussaurus brasilienses.Em Rio Branco sempre às 19 horas, na Biblioteca Marina Silva haverá um palestrante duurante esta semana. A primeira dessas paletras será Museus: Espaços de Inclusão, ministrada no dia 18 de maio por Rita de Cássia Vale, museóloga e coordenadora do Núcleo de Documentação do Teatro Vila Velha de Salvador, Bahia. No dia 19, será a vez de uma palestra com o Prof. Dr. Marcos Freire Montezuma, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Dia 20, acontece a palestra Arqueologia da Amazônia Central, com o Prof. Dr. Eduardo Góes Neves, da Universidade de São Paulo. Já no dia 21, será a vez da palestra Sobre Leitura: Histórias Materializadas e Interditadas com a Prof. Dr. Maria Ester Vieira de Souza, da Universidade Federal do Pernambuco (UFPe). E encerrando esse ciclo, no dia 22, acontece a palestra Memória e Diversidade Cultural, com o Prof. Dr. José Márcio Barros, da Pontífice Universidade Católica de Minas Gerais.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Nicho Ecológico
Uma espécie qualquer tem seu nicho teórico, ou mais tecnicamente nicho ideal, como a área de ação possível sem a presença de qualquer interferência externa, como a competição com outras espécies. No entanto, normalmente existem mais de uma espécie com hábitos e habitats semelhantes no mesmo ambiente, o que gera uma sobreposição de nichos, o que pode ser traduzido por competição. Este fato faz com que o nicho ideal, seja reduzido ao chamado nicho real, ou nicho realizado. Grupos de espécies com nichos semelhantes em uma mesma comunidade são chamados Guildas e em comunidades diferentes são denominados Equivalentes ecológicos.

Peso: Cerca de 110 kg
N° de filhotes: De 1 a 4
Longevidade: 20 anos
Hábito alimentar: Carnívoro; noturno e crepuscular
Alimentação: Queixadas, tamanduás, antas, capivaras, pequenos macacos, entre outros.
Não ruge.

Peso: 60 a 80 Kg
N° de filhotes: 4 a 6 filhotes/ano
Longevidade:10 a 12 anos
Hábito alimentar: vegetariano; manhã e crepuscular.
Alimentação: Capim e ervas

Peso: até 100 Kg
N° de filhotes: 2 a 3
Longevidade: 15 anos
Hábito alimentar: Carnívoro e crepuscular
Alimentação: é um predador competente, caçando desde grandes presas a roedores.
Em regiões de clima quente tendem a caçar presas de porte médio.
Uma vez morto o animal, a suçuarana cobre a carcaça e volta para se alimentar dela de tempos em tempos.
A suçuarana não come animais que não tenha matado!

quarta-feira, 13 de maio de 2009
Trabalho Aceito

Poster de uma pesquisa anterior onde atuei como orientador em linha de pesquisa semelhante.
O RESUMO
Jones Ribeiro Soares 1 Ana Paula Batista de Souza 2
1. Secretaria de Estado de Educação SEE/AC
2. Universidade Federal do Acre UFAC
INTRODUÇÃO:
A investigação é um componente crítico do currículo de ciências em todos os níveis e em todos os campos da ciência, onde muitas vezes a abordagem conceitual, se sobressai em relação aos outros tipos de conteúdos. A investigação na aula é um meio para de promover e apoiar a curiosidade e o espírito questionador dos estudantes. Nessa linha de pensamento desenvolveu-se o presente trabalho que sintoniza a abordagem CTS, com a técnica de SPE como estratégia didática de aprendizagem. Baseando-se na perspectiva de que a ênfase do ensino de química é formar cidadãos (SANTOS, 1992) favorecendo a química como ferramenta de educação, e que, a aprendizagem baseado em problemas é o melhor método disponível para desenvolver as potencialidades dos alunos (BIRCH,1986). Como questão a ser investigada optou-se pela qualidade da gasolina comercializada no Acre, por ser um tema em evidência, e fazer parte da realidade dos alunos do Colégio Barão do Rio Branco (CERBR). A legislação permite o uso de etanol dentro de certo limite percentual, o problema está em desobedecê-lo. Este trabalho busca reconhecer a se a gasolina consumida no Acre atende os padrões de qualidade vigente e conhecimento da sociedade consumidora sobre seus direitos relacionados a este bem de consumo.
METODOLOGIA:
Através de pesquisas junto a ANP, foi conhecida a legislação vigente, a coleta das amostras e análise das mesmas. O teor de álcool e pH foram as variáveis testadas. Procederam-se no laboratório de ciências do CERBR, os testes do teor de álcool, feito com solução aquosa de cloreto de sódio na concentração de 10% p/v, e as medições do pH, foram realizadas com peagâmetro eletrônico digital Checker 1. As amostras procederam de 37 postos da capital e da região do Baixo Acre. De cada posto se coletava uma amostra com três réplicas. Foram ouvidos consumidores para verificar suas concepções a cerca da gasolina consumida e seus direitos relativos a esse bem de consumo através de entrevistas estruturadas contendo cinco itens. Outra entrevista suplementar foi aplicada aos frentistas, com quatro itens do qual três itens são estruturados e um semi-estruturado. A intenção do primeiro questionário era caracterizar o perfil do consumidor em relação às normas de qualidade, a compreensão dos direitos em relação ao teste da proveta. O segundo, verificar a presença dos itens básicos para o teste da proveta nos postos, identificar o conhecimento do frentista sobre a normatização vigente e uso adequado do teste. No desenvolvimento do projeto participaram 160 alunos da 1ª série do Ensino Médio.
RESULTADOS:
Os dados do trabalho demonstram que, as variáveis analisadas, pH e teor de álcool, estão dentro dos limites aceitáveis. No entanto, quando associados os resultados das análises aos conhecimentos prévios tanto da população como de quem oferece o serviço, observa-se que a população ainda desconhece os seus direitos de consumidor. O mesmo ocorre em relação aos frentistas que revelam desconhecer a legislação pertinente, e em contrapartida, os postos de combustíveis demonstram terem limitações quanto ao cumprimento da legislação nos quesitos: disponibilidade dos equipamentos, condições e preparo dos frentistas. A participação ativa dos alunos na resolução do presente problema aponta na significância dessa atividade.
CONCLUSÕES:
Os alunos vivenciaram conceitos químicos aliados a escolha de procedimentos adequados gerando atitudes favoráveis em relação à química. Este trabalho evidencia que uma abordagem focada na realidade e na intervenção social dos atores escolares estimula o processo de aprendizagem entre os mesmos. Através das aprendizagens alcançadas, puderam-se avaliar os efeitos positivos da abordagem adotada. Alem, do que a pesquisa deixa a necessidade de maiores esclarecimentos aos diferentes segmentos da sociedade quanto aos direitos e deveres nas relações de consumo desse produto e que uma educação química numa abordagem social poderia intervir para construir uma sociedade com mais equidade de conhecimento.
Instituição de fomento: Secretaria Estadual de Educação SEE/AC
Trabalho de Professor de Educação Básica e/ou Técnica
Palavras-chave: Química; CTS; Gasolina.

O aluno de Ensino Médio Rodrigo O. Silva em coleta de campo no Município de Porto Acre.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
XXIV Prêmio Jovem Cientista

sexta-feira, 24 de abril de 2009
Fatores Bióticos X Fatores Abióticos
E os fatores abióticos?


