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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Simulador de Nomenclatura de Compostos Orgânicos

Este é um simulador muito interessante, especialmente para quem estuda compostos orgânicos, pois dar para prever os nomes das substâncias, tanto a partir da presença da insaturação, do grupo funcional como dos radiacais apresentados.
É uma ferramenta muito útil para professores que ministram quimica orgânica.
Click na imagem para operá-lo.



terça-feira, 13 de setembro de 2011

The Water Cycle


Concepts:
The water cycle or hydrologic cycle is a continuous cycle where water evaporates, travels into the air and becomes part of a cloud, falls down to earth as precipitation, and then evaporates again. This repeats again and again in a never-ending cycle. Water keeps moving and changing from a solid to a liquid to a gas, over and over again.
Precipitation creates runoff that travels over the ground surface and helps to fill lakes and rivers. It also percolates or moves downward through openings in the soil to replenish aquifers under the ground. Some places receive more precipitation than others do. These areas are usually close to oceans or large bodies of water that allow more water to evaporate and form clouds. Other areas receive less precipitation. Often these areas are far from water or near mountains. As clouds move up and over mountains, the water vapor condenses to form precipitation and freezes. Snow falls on the peaks.

The process:
Precipitation: Condensed water vapor that falls to the Earth's surface. Most precipitation occurs as rain, but also includes snow, hail, fog drip, graupel, and sleet. Approximately 505,000 km3 (121,000 cu mi) of water falls as precipitation each year, 398,000 km3 (95,000 cu mi) of it over the oceans.
Canopy interception: The precipitation that is intercepted by plant foliage and eventually evaporates back to the atmosphere rather than falling to the ground.
Snowmelt: The runoff produced by melting snow.
Runoff: The variety of ways by which water moves across the land. This includes bothsurface runoff and channel runoff. As it flows, the water may seep into the ground, evaporate into the air, become stored in lakes or reservoirs, or be extracted for agricultural or other human uses.
Infiltration: The flow of water from the ground surface into the ground. Once infiltrated, the water becomes soil moisture or groundwater.
Subsurface Flow: The flow of water underground, in the vadose zone and aquifers. Subsurface water may return to the surface (e.g. as a spring or by being pumped) or eventually seep into the oceans. Water returns to the land surface at lower elevation than where it infiltrated, under the force of gravity or gravity induced pressures. Groundwater tends to move slowly, and is replenished slowly, so it can remain in aquifers for thousands of years.
Evaporation: The transformation of water from liquid to gas phases as it moves from the ground or bodies of water into the overlying atmosphere. The source of energy for evaporation is primarily solar radiation. Evaporation often implicitly includes transpiracion from plants, though together they are specifically referred to as evapotranspiration. Total annual evapotranspiration amounts to approximately 505,000 km3 (121,000 cu mi) of water, 434,000 km3 (104,000 cu mi) of which evaporates from the oceans.
Sublimation: The state change directly from solid water (snow or ice) to water vapor.
Advection: The movement of water — in solid, liquid, or vapor states — through the atmosphere. Without advection, water that evaporated over the oceans could not precipitate over land.
Condensation: The transformation of water vapor to liquid water droplets in the air, creating clouds and fog.
Transpiration: The release of water vapor from plants and soil into the air. Water vapor is a gas that cannot be seen.

Experience: 76940

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O Cubo Periódico




quarta-feira, 18 de maio de 2011

Presentación de Ácidos Grasos

Estou divulgando un slide que presentei onten en clase para la turma de Bioquímica I, contribuiram comigo mas dos personas, listadas en la capa del slide.

Desculpe-me el portunhol, estoy aprendendo.

Embargo espero que sea util,en vista de termos pocos ppts disponibles acerca del tema.

Cualquer duvida sobre alguno de los slides, estoy disposto a comentar dentro de meus limites de competência.







































Espero que las informaciones aqui presentadas possam ser utiles.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Trabalho Aceito

Hoje fui informado que o trabalho submetido para a Sessão de Posters da 61ª Reunião Anual da SBPC foi ACEITO. O Tema do trabalho é:

O TESTE DA PROVETA E AS CONCEPÇÕES DA SOCIEDADE ACREANA: UMA ABORDAGEM EM CTS PARA O ENSINO DE QUÍMICA.


Para realizar o presente trabalho, contei com a ajuda da discente do curso de Pedagogia Ana Paula Batista de Souza, que é co-autora do trabalho.

De forma sintética, este trabalho utiliza o teste da proveta, que serve para medir a quantidade de álcool adicionado a gasolina, como instrumento didático para discutir química na perspectiva de Ciência, Tecnologia e Sociedade, utilizando a técnica de SPE.


Docomento de aceitação da pesquisa.




Poster de uma pesquisa anterior onde atuei como orientador em linha de pesquisa semelhante.


O RESUMO



O TESTE DA PROVETA E AS CONCEPÇÕES DA SOCIEDADE ACREANA: UMA ABORDAGEM EM CTS PARA O ENSINO DE QUÍMICA
Jones Ribeiro Soares 1 Ana Paula Batista de Souza 2
1. Secretaria de Estado de Educação SEE/AC
2. Universidade Federal do Acre UFAC



INTRODUÇÃO:
A investigação é um componente crítico do currículo de ciências em todos os níveis e em todos os campos da ciência, onde muitas vezes a abordagem conceitual, se sobressai em relação aos outros tipos de conteúdos. A investigação na aula é um meio para de promover e apoiar a curiosidade e o espírito questionador dos estudantes. Nessa linha de pensamento desenvolveu-se o presente trabalho que sintoniza a abordagem CTS, com a técnica de SPE como estratégia didática de aprendizagem. Baseando-se na perspectiva de que a ênfase do ensino de química é formar cidadãos (SANTOS, 1992) favorecendo a química como ferramenta de educação, e que, a aprendizagem baseado em problemas é o melhor método disponível para desenvolver as potencialidades dos alunos (BIRCH,1986). Como questão a ser investigada optou-se pela qualidade da gasolina comercializada no Acre, por ser um tema em evidência, e fazer parte da realidade dos alunos do Colégio Barão do Rio Branco (CERBR). A legislação permite o uso de etanol dentro de certo limite percentual, o problema está em desobedecê-lo. Este trabalho busca reconhecer a se a gasolina consumida no Acre atende os padrões de qualidade vigente e conhecimento da sociedade consumidora sobre seus direitos relacionados a este bem de consumo.
METODOLOGIA:
Através de pesquisas junto a ANP, foi conhecida a legislação vigente, a coleta das amostras e análise das mesmas. O teor de álcool e pH foram as variáveis testadas. Procederam-se no laboratório de ciências do CERBR, os testes do teor de álcool, feito com solução aquosa de cloreto de sódio na concentração de 10% p/v, e as medições do pH, foram realizadas com peagâmetro eletrônico digital Checker 1. As amostras procederam de 37 postos da capital e da região do Baixo Acre. De cada posto se coletava uma amostra com três réplicas. Foram ouvidos consumidores para verificar suas concepções a cerca da gasolina consumida e seus direitos relativos a esse bem de consumo através de entrevistas estruturadas contendo cinco itens. Outra entrevista suplementar foi aplicada aos frentistas, com quatro itens do qual três itens são estruturados e um semi-estruturado. A intenção do primeiro questionário era caracterizar o perfil do consumidor em relação às normas de qualidade, a compreensão dos direitos em relação ao teste da proveta. O segundo, verificar a presença dos itens básicos para o teste da proveta nos postos, identificar o conhecimento do frentista sobre a normatização vigente e uso adequado do teste. No desenvolvimento do projeto participaram 160 alunos da 1ª série do Ensino Médio.
RESULTADOS:
Os dados do trabalho demonstram que, as variáveis analisadas, pH e teor de álcool, estão dentro dos limites aceitáveis. No entanto, quando associados os resultados das análises aos conhecimentos prévios tanto da população como de quem oferece o serviço, observa-se que a população ainda desconhece os seus direitos de consumidor. O mesmo ocorre em relação aos frentistas que revelam desconhecer a legislação pertinente, e em contrapartida, os postos de combustíveis demonstram terem limitações quanto ao cumprimento da legislação nos quesitos: disponibilidade dos equipamentos, condições e preparo dos frentistas. A participação ativa dos alunos na resolução do presente problema aponta na significância dessa atividade.
CONCLUSÕES:
Os alunos vivenciaram conceitos químicos aliados a escolha de procedimentos adequados gerando atitudes favoráveis em relação à química. Este trabalho evidencia que uma abordagem focada na realidade e na intervenção social dos atores escolares estimula o processo de aprendizagem entre os mesmos. Através das aprendizagens alcançadas, puderam-se avaliar os efeitos positivos da abordagem adotada. Alem, do que a pesquisa deixa a necessidade de maiores esclarecimentos aos diferentes segmentos da sociedade quanto aos direitos e deveres nas relações de consumo desse produto e que uma educação química numa abordagem social poderia intervir para construir uma sociedade com mais equidade de conhecimento.
Instituição de fomento: Secretaria Estadual de Educação SEE/AC
Trabalho de Professor de Educação Básica e/ou Técnica
Palavras-chave: Química; CTS; Gasolina.



O aluno de Ensino Médio Rodrigo O. Silva em coleta de campo no Município de Porto Acre.


segunda-feira, 13 de abril de 2009

Carta de Amor de um Químico



Berílio Horizonte, zinco de benzeno de 2000.
Querida Valência:Não estou sendo precipitado e nem desejo catalisar nenhuma reação irresversível entre nós dois, mas sinto que estrôncio perdidamente apaixonado por você. Sabismuto bem que a amo. De antimônio posso lhe assegurar que não sou nenhum érbio e que trabário muito para levar uma vida estável.
Lembro-me de que tudo começou nurârio passado, com um arsênio de mão, quando atravessávamos uma ponte de hidrogênio. Você estava em um carro prata, com rodas de magnésio. Houve uma atração forte entre nós dois, acertamos os nossos coeficientes, compartilhamos nossos elétrons, e a ligação foi inevitável. Inclusive depois, quando lhe telefonei, mesmo tomada de enxofre, você respondeu carinhosamente:"Proton, com quem tenho o praseodímio de falar?" Nosso namoro é cério, estava índio muito bem, como se morássemos em um palácio de ouro, e nunca causou nehum escândio. Eu brometo que nunca haverá gálio entre nós e até já disse quimicasaria com você.
Espero que você não esteja saturada, pois devemos buscar uma reação de adição e não de substituição. Soube que a Inês lhe contou que eu a embromo: manganês cuidar do seu cobre e acredite níquel que digo, pois saiba qe eu nunca agi de modo estanho. Caso algum dia apronte alguma, eu sugiro que procure um avogrado e que me metais na cadeia.
Sinceramente, não sei por que você está a procura de um processo de separação, como se fóssemos misturas e não substâncias puras! Mesmo sendo um pouco volátil, nosso relacionamento não pode dar errádio. Se isso acontecesse, irídio emboro urânio de raiva.Espero que você não tenha tido mais contato com o Hélio (que é um nobre!),nem com o Túlio e nem com os estrangeiros (Germânio, Polônio e Frâncio). Esses casos devem sofrer uma neutralização ou, pelo menos, uma grande diluição. Antes de deitar-me, ainda com o abajur acesio, descalcio meus sapatos e mercúrio no silício da noite,pensando no nosso amor que está acarbono e sinto-me sódio. Gostaria de deslocar este equilíbrio e fazer com que tudo voltasse à normalidade inicial. Sem você minha vida teria uma densidade desprezível, seria praticamente um vácuo perfeito. Você é a luz que me alumíno e estou triste porque atualmente nosso relacionamento possui pH maior que 7, isto é, está naquela base.
Aproveito para lembrar-lhe de devolver o meu disco da KCl.
Saiba, Valência, que não sais do meu pensamento, em todas as suas camadas.
Abrácidos do:Leantânio

segunda-feira, 30 de março de 2009

Aula 1 - Química - Densidade

O você responderia se lhe perguntasse: Por que um prego afunda na água?


Muitas pessoas responderiamque afundaria por causa do peso. Caso fosse o peso, então, como justificar a imagem abaixo, quando toras com peso muito superior ao de um prego flutuam em um rio?

A resposta a essa questão está mais relacionada a outra propriedade da matéria denominada densidade.

A densidade é a massa por unidade de volume de uma substância. O cálculo da densidade (d) é feito pela divisão da massa (m) de um objeto pelo seu volume (v).

A densidade existe para determinar a quantidade de matéria que está presente em uma determinada unidade de volume. O que você entenderia se te dissessem que o chumbo possui maior densidade do que o alumínio? A explicação é que, num dado volume de chumbo há mais matéria que em uma mesma quantidade de alumínio. Podemos caracterizar uma substância através de sua densidade. A densidade dos sólidos e líquidos é expressa, no SI, em gramas por centímetro cúbico (g/cm3). Observe a densidade de alguns compostos:

Como se mede o volume de corpos regulares?


Para medirmos a densidade de um objeto qualquer, precisamos conhecer a sua massa e seu volume. A massa de um objeto pode ser medido facilmente com uma balança, o volume de um objeto regular, por exemplo se o corpo regular tiver formato de um cubo, basta aplicar a fórmula do volume deste corpo regular, que se faz medindo-se e multiplicando-se as suas medidas de largura (l), comprimento (c) e altura (a) na mesma unidade.

Como medir o volume dos sólidos irregulares?



O volume de objetos irregulares, como por exemplo, uma pedra, podem ser medidos colocando-a em um recipiente cheio de água; o volume de água deslocada é igual o volume do objeto irregular.



Agora a pergunta que não quer calar: O que tem maior massa? Um quilograma de chumbo ou um quilograma de algodão?

Aula 1 - Química - Escalas Termométricas

Uma escala termométrica é um conjunto de valores numéricos onde cada valor está associado à certa temperatura. Uma escala termométrica é constituída por um conjunto de valores arbitrários, um mesmo estado térmico pode ser representado em escalas termométricas diversas (Celsius, Fahrenheit,...). Os valores numéricos de uma escala termométrica são obtidos a partir de dois valores atribuídos previamente a dois estados térmicos de referência (como exemplificado abaixo), bem definidos, denominados pontos fixos. Ponto fixo: estado térmico bem definido, utilizado como referência na elaboração de uma escala termométrica. São adotados como pontos fixos os estados térmicos correspondentes ao gelo, sob pressão normal, e a água em ebulição, sobre pressão normal. Conhecidos como ponto de gelo e ponto de vapor, respectivamente, constituem os pontos fixos fundamentais.Para fazer essa medição utilizamos outro corpo que sofre alterações mensuráveis em suas propriedades físicas quando colocado em contato com o primeiro corpo. O instrumento que faz essa equiparação chamamos de termômetro.

Questão:


"... um dos aclamados clássicos da moderna ficção científica do escritor Ray Bradbury, adaptado para o cinema e dirigido por François Truffaut. É a história de Montag, um bombeiro designado para queimar livros. A história é uma fábula extraordinária em que a própria raça humana se transforma no terror mais assustador. Fahrenheit 451 é a temperatura em que o papel de livros arde e se consome. Qual é essa temperatura em graus Celsius?"


Estratégia de Solução


Para iniciar a resolução é interessante montar a fórmula que expressa a relação entre as duas escalas Celsius e Fahrenheit.
(TC - 0)/100 = (TF - 32)/(212 - 32)
Simplifica-se a fórmula
TC/5 = (TF -32)/9
Substitui TF pelo valor de temperatura dado no problema
TC/5 = (451 - 32)/9
Operacionaliza a resolução
TC ~= 233 ºC



Atividade de Aprendizagem


domingo, 29 de março de 2009

Aula 1 - Química - Estados Físicos da Matéria

Hoje já se sabe que a matéria pode se encontrar em 7 estados físicos (alguns dependem de condições especiais e outros são previstos no campo teórico), que são:

1: Sólido: No estado sólido considera-se que a matéria do corpo mantém a forma macroscópica e a posição relativa de sua partícula. Diz-se que a força de atração entre as moléculas é maior que a força de repulção. Seu estudo está mais relacionado a áreas de estática e dinâmica.

2: Líquido: No estado líquido, o corpo mantém a quantidade de matéria e aproximadamente o mesmovolume; a forma e posição relativa da partículas não se mantém. Isto porque a força de atração e repulção entreas moléculas são equivalentes. Tanto a hidrostática e como a hidrodinâmica são áreas que mais detem seu foco de esudo.

3: Gasoso: No estado gasoso, o corpo mantém apenas a quantidade de matéria, podendo variar amplamente a forma e o volume. A força de repulção predomina sobre a atração. As áreas de estudo das mesmas se centralizam na aerostática e na aerodinâmica.

4: Plasmático: O Plasma é um gás ionizado em condições especiais de temperatura e pressão. Um dos modos da matéria atingir o estado plasmático é pelo aquecimento. Tomemos a água como exemplo. O gelo representa seu estado sólido. Se aquecermos o gelo, ele irá derreter e passará a ser líquido, isto é, para o segundo estado da matéria. Se aquecermos ainda mais, o líquido evaporará e assim irá para o terceiro estado fundamental, o gasoso. Agora, se adicionarmos mais calor e o submetermos a uma alta pressão, esse gás se ionizará, ou seja, seus átomos se tornarão instáveis o que ocasionará a liberação de elétrons. O resultado disso, é que o plasma se diferencia dos gases em diversos aspectos. Um deles é a sua alta condutividade elétrica que pode ser observada nos raios durante uma tempestade na atmosfera da Terra, produzindo descargas superiores a cem milhões de volts. Esses raios são plasma, assim como as chamas do fogo, a aurora boreal e os fenômenos atmosféricos dos fogos fátuos (bolas incandescentes que são liberadas do solo durante tempestades). Neste estado há uma certa "pastosidade" da substância, que permite uma maior e melhor resposta quando recebe informações decodificadas pelos feixes de luz emitidos pelos componentes da TV, daí as TVs de cristal líquido, ou denominadas de "TVs de Plasma".

Aqui estão diversos exemplos desse estado como o fogo - o mais comum exemplo de plasma- assim como os relampagos, a aurora boreal e etc.


5: Condensado de Bose-Einstein: O O condensado de Bose-Einstein é uma coleção de milhares de partículas ultra-frias ocupando um único estado quântico, ou seja, todos os átomos se comportam como um único e gigantesco átomo e é obtido quando a temperatura chega a ser tão baixa que as moléculas entram em colapso. Essa fase da matéria é formada por bosões (uma classe formada por partículas que são essencialmente gregárias: ao invés de se moverem sozinhas, elas adotam o movimento de suas vizinhas) a uma temperatura muito próxima do zero absoluto. Nestas condições, uma grande fração de átomos atinge o mais baixo estado quântico, e nestas condições os efeitos quânticos podem ser observados à escala macroscópica.


As cores artificiais representam o número de átomos em cada velocidade, indicando o vermelho menos átomos e o branco mais átomos. As áreas em que aparecem branco e azul claro são velocidades menores. Esquerda: Logo antes do aparecimento do condensado de Bose-Einstein. Centro: No instante do aparecimento do condensado. Direita: após a rápida evaporação, deixando amostras puras do condensado. O pico não é infinitamente estreito devido ao Princípio da Incerteza de Heinsenberg: quando um átomo é retido numa região específica do espaço a sua distribuição de velocidade possui necessariamente uma certa largura mínima.

6: Condensado Fermiônico: O condensado fermiônico é formado por pares de átomos em um gás. Ao contrário dos bósons, os férmions - a outra metade da família de partículas e blocos básicos com os quais a matéria é construída - são essencialmente solitários. Por definição, nenhum férmion poderá estar exatamente no mesmo estado quântico que outro férmion. uma linha de pensamento teórico aponta que propõem que o condensado de Bose-Einstein e a supercondutividade seriam dois extremos de um mesmo comportamento superfluídico, um estado incomum no qual a matéria não apresenta resistência ao fluxo. um gás com 500.000 átomos de potássio foi resfriado até 50 bilionésimos de grau acima do zero absoluto e então submetido a um campo magnético. Esse campo magnético fez com que os férmions se juntassem em pares, de forma semelhante aos pares de elétrons que produzem a supercondutividade, o fenômeno no qual a eletricidade flui sem resistência.


7: Zero Absoluto: Antes que a mecânica quântica fosse desenvolvida como um modelo para explicar o comportamento das partículas atômicas e subatômicas, os cientistas acreditavam que todos os átomos parariam de se movimentar quando atingissem o zero absoluto. Entretanto, mesmo nessa temperatura, os átomos e as moléculas retêm o que é chamado de energia do ponto-zero, a menor energia possível que um sistema pode ter. A energia no vácuo do espaço é considerada uma forma de energia do ponto-zero. Também descrito como terra ou estado estacionário, o zero absoluto é considerado um estado estável do qual nenhuma energia pode ser removida, devido a elevada desordem.



Atividade de Aprendizagem

Aula 1 - Química - Notação Científica

A notação científica é uma forma de representar números muito grandes ou muito pequenos de forma mais concisa. Essa técnica simplifica a representação de números que formalmente ocupariam um grande espaço.


Por regra geral, um número escrito em notação científica segue a seguinte representação:


m · 10 elevado a e


O número m é denominado mantissa e e, ordem de grandeza. A regra diz que a mantissa é maior igual a 1 e menor do que 10.
Exemplos:

A velocodade da luz no vácuo é de 300 000 000 m/s e a massa de um próton é de aproximadamente 0,00000000000000000000000000167 g.

Em notação científica, esses dois casos estão assim representados:




Atividade de Aprendizagem

sábado, 28 de março de 2009

Aula 1 - Química - Propriedades da Matéria

A Química é a ciência que estuda a constituição da matéria, sua estrutura interna, as transformações, as relações entre os diversos tipos de materiais encontrados na natureza, além de determinar suas propriedades, sejam elas físicas – como, por exemplo: dureza, cor, ponto de fusão, densidade, etc. – ou químicas, que estão relacionadas as transformações de uma substância em outra.
1.1. Matéria, Corpo e Objeto
Chamamos matéria a tudo que tem massa, ocupa lugar no espaço e pode, portanto, de alguma forma, ser medido. Por exemplo: giz, bauxita, pepita de ouro, ar, etc. Denominamos corpo como uma porção limitada da matéria, como uma tora de árvore, uma barra de ouro, etc. Já o objeto é um corpo produzido para um caráter de utilidade, como exemplo, uma cadeira de madeira, um anel de ouro, etc.


1.2. Propriedades da Matéria
A matéria apresenta várias propriedades que são classificadas em gerais, funcionais e específicas.
I. Propriedades Gerais da Matéria
São comuns a toda e qualquer espécie de matéria, independentemente da substância de que ela é feita. As principais são: massa, extensão, impenetrabilidade, divisibilidade, compressibilidade e elasticidade.
• Massa: É a quantidade de matéria de um corpo.Todos os corpos possuem massa. Não confundir massa com peso,pois o peso está relacionado a gravidade de um corpo. Assim se eu subir em uma balança esta indicará a minha massa, que hoje equivale a 124 kg, já o meu peso será esta massa multiplicada pela gravidade do local, ou seja, algo em torno de 1240 N.


• Inércia: Todos os corpos tendem a si manter (repouso ou movimento) a não ser que uma força atue sobre eles.
• Impenetrabilidade: Dois ou mais corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.
• Divisibilidade: Os corpos podem ser divididos em partes cada vez menores sem alterar suas características.
• Compressibilidade: Os corpos possuem a propriedade de poder diminuir de tamanho, sob a ação de forças externas, tal fenômeno é mais expressivo nos gases.
• Elasticidade: Os corpos possuem a propriedade de voltar à forma e volume originais, cessada a causa que os deformou.
II. Propriedades Funcionais da Matéria
São propriedades observadas somente em determinados grupos de matéria. São as chamadas funções químicas como: os ácidos, as bases, os sais e os óxidos.

Ex: A acidez encontrada no vinagre é devido a presença do ácido acético.

III. Propriedades Específicas da Matéria
São propriedades que permitem identificar uma determinada espécie de matéria. Dentre as propriedades específicas, podemos citar:

– Propriedades físicas: São valores obtidos experimentalmente para o comportamento de uma matéria específica quando submetidos a determinadas condições de pressão e temperatura, como: ponto de fusão, ponto de ebulição, densidade, solubilidade, etc.

– Propriedades organolépticas: São propriedades que impressionam pelo menos um dos nossos 5 sentidos, como: dor, paladar, tato, audição, etc.




Ex.: O iodo na fase sólida é cinza, já na fase gasosa apresenta coloração violeta.





– Propriedades químicas: São propriedades que determinam o tipo de fenômeno químico que cada material específico irá sofrer.

Ex: A propriedade de se transformar em queijo é uma característica química do leite, e a propriedade "enferrujar" é uma característica química do ferro.

Aula 1 - Sequência Didática de Química - Módulo I



APRESENTAÇÃO
Autor: Jones Ribeiro Soares
Disciplina: Química
Módulo: Um
Aulas Previstas: 20
TEMA
Química, Tecnologia e Sociedade
SUBTEMA
Introdução a Química Geral
APRENDIZAGENS ESPERADAS
· Resolver problemas de notação científica.
· Converter escalas termométricas.
· Operar exercícios de densidade.
· Pesquisar conceitos fundamentais de química na web.
· Diferenciar as mudanças que ocorre na matéria.
· Ler, interpretar e plotar gráficos de mudanças de estado e solubilidade.
· Representar diferentes modelos atômicos.
· Ler a tabela periódica.
CONHECIMENTOS PRÉVIOS
· Reconhecimento do que é química.
· Gostar de estudar.

DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES
Atividade1: Apresentar-se aos discentes, expor o programa da disciplina, demonstrar à sistemática das aulas e estabelecer os acordos. → 20 min
Atividade2: Apresentar as aprendizagens esperadas para o Módulo I, que correspondem as primeiras 20 aulas, que deverão ser listadas no quadro-negro. → 10 min
A ordem de abordagem das temáticas poderá ser sugerida pela turma, aqui sugiro uma ordem para a logística da aula, que pode ser adequada em função das necessidades.
Atividade3: Explicar quais são os estados físicos da natureza e como se comportam suas partículas em cada um desses estados. Em seguida, mostrar as mudanças de fase e plotar um gráfico de aquecimentos mostrando as partes do gráfico, elaborando um conjunto de questões a ser feita aos discentes, para auxílio dos mesmos na interpretação de gráficos de aquecimento e resfriamento. → 35 min
Atividade4: Expor pela técnica de mapas conceituais, conceitos fundamentais da química, por exemplo: matéria, fenômenos físicos, fenômenos químicos, substância pura, mistura homogênea, mistura heterogênea, substância simples e substância composta. → 30 min
Atividade5: Agora os alunos serão orientados a usar a notação científica, através de um conjunto de exemplos, a serem resolvidos na lousa pelo professor. → 10 min
Atividade6: Converter unidades termométricas de diferentes escalas, por representar na lousa as principais escalas. Em seguida os alunos, por reprodução, aprenderão a técnica de montagem de fórmulas por conversão. Depois o professor, passará um problema a partir de uma situação real, em que os acharão a temperatura em diferentes escalas. O problema consiste em coletar uma amostra líquida de uma substância e medir a sua temperatura com o termômetro. Questão a ser proposta: Qual essa temperatura em outras escalas? → 30 min
Atividade7: Explicar por meio de desenho e da “experimentação do submarino” a compreensão da propriedade densidade. Depois, por meio de exemplos, utilizar a fórmula da densidade na resolução de problemas. → 15 min
Atividade8: Explicar por meio de gráficos a propriedade solubilidade. → 15 min
Atividade9: Explicar a evolução dos modelos atômicos: Dalton, Thonsom, Nagaoka, Rutherford-Bohr. → 15 min
Atividade10:Utilizar a tabela periódica em forma de pôster, demonstrando como lê-la e como retirar informações relevantes da mesma. → 15 min
RECURSOS
Giz, quadro-negro, Xerox, termômetro, copo descartável, água, cabeça de ampola, seringa, garrafa pet 2 l com tampa e a tabela periódica.
ESPAÇOS
As atividades da aula expositiva será realizada em sala de aula. A resolução das atividades poderá ser realizada na biblioteca, em lan house e em espaços de apoio aos encontros de tutoria dispostos pelo SESC.
AVALIAÇÃO
Avaliação formativa sobre as aprendizagens esperadas para esta seqüência e registradas no Diário de Bordo.
REFERÊNCIAS
ACRE. Governo do Estado. Secretaria de Educação. Referenciais Curriculares de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Rio Branco: SEE, 2005. 41-45 p.
ATKINS, P. e JONES, L. Princípios de química: Questionando a Vida Moderna. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 31-37.
FONSECA, M. R. M. InterAtividade Química: Cidadania, Participação e Transformação. São Paulo: FTD, 2003. 23 p. (Coleção Delta).
MORTIMER, E. F. e MACHADO, A. H. Química. Vol. Único. São Paulo: Scipione, 2006. 14 e 38 p.
SANTOS, W. L. P e MOL G. S. (Coord.) Química & Sociedade. São Paulo: Nova Geração, 2006. 9-13, 21, 35 e 48.
ESPAÇO DO PROFESSOR
* Dificuldades:

* Observações:

* Encaminhamentos:

ESPAÇO DA COORDENAÇÃO


domingo, 22 de março de 2009

Programa da Disciplina

Este é a minha primeira tentativa de usar o blog como recurso de aula, por isso, formandos do Ensino Médio de EJA/SESC. Como orietação da didática da disciplina disponibilizo neste blog o Programa da Disciplina de Química em formato de folder. Espero que o referido progama abaixo atenda as necessidades de formação de vocês educandos.

Logo, estarei publicando as D+ atividades, sempre no marcador de posagem SESC I.